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🚚 Governo libera R$ 6 bilhões para caminhoneiros, crise nos Correios e tensão política no Brasil e mais

Governo injeta R$ 6 bilhões em crédito para renovação da frota de caminhões

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(Imagem: www.poder360.com.br)

Linha de crédito regulamentada para caminhoneiros. O governo federal aprovou novas regras para financiamento da compra de caminhões, disponibilizando R$ 6 bilhões focados em modernização, eficiência e sustentabilidade do setor de transporte de cargas.

  • Conselho Monetário Nacional regulamenta crédito para renovação de frota: Nova linha permite financiamento de até R$ 50 milhões por contratante, com até 60 meses para pagamento e carência de 6 meses. A medida tem foco em caminhoneiros autônomos, cooperativas e empresas, e incentiva a reciclagem de veículos antigos com juros menores. link de acesso.
  • Juros reduzidos entre 13% e 14% ao ano: Vice-presidente Geraldo Alckmin confirma taxas abaixo de 22% do mercado, facilitando a troca de caminhões novos e seminovos, sem capitalização de juros na carência. Link de acesso.
  • CMO aprova crédito especial e orçamento federal contempla renovação da frota: Comissão Mista de Orçamento inclui R$ 6 bilhões para esse programa no Orçamento de 2026, em paralelo à aprovação do orçamento total de R$ 6,5 trilhões com ajustes em setores-chave. link de acesso.
  • Mercado reage positivamente à medida do BNDES: Ações de empresas do setor, como a Vamos (VAMO3), sobem após anúncio da linha de crédito; analistas veem impulso nas vendas de caminhões e maior liquidez para transportadores. Link de acesso.

A renovação da frota de caminhões se tornou prioridade para impulsionar a logística, a indústria e reduzir impactos ambientais no Brasil. Juros mais baixos e incentivos à reciclagem devem destravar vendas e beneficiar milhares de autônomos e empresas. O resultado esperado é um setor mais moderno, seguro e eficiente, com reflexos diretos na economia e na competitividade nacional.

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Giro de notícias: Correios em crise, Axia Energia, Tanure e mais

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(Imagem: g1.globo.com)

  • Crise financeira e greve nos Correios. O Tribunal Superior do Trabalho determinou que 80% dos funcionários dos Correios permaneçam ativos durante a greve que atinge nove estados, enquanto negociações seguem diante de prejuízo superior a R$ 6 bilhões e risco de socorro bilionário do Tesouro Nacional. Leia mais
  • Empréstimo bilionário garante fôlego à estatal. O governo autorizou empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios para evitar dependência do Tesouro, porém aporte direto segue no radar caso a empresa não se recupere em 2026. Leia mais
  • Pagamento do 13º dos Correios é confirmado. Em meio à crise, a estatal anunciou que o 13º salário será pago no prazo legal nesta sexta-feira (19), após priorizar salários na expectativa de recursos do empréstimo. Leia mais
  • Greve dos Correios causa atrasos, mas TST reforça efetivo. Apesar da adesão parcial, foram relatados atrasos em entregas de fim de ano; sindicatos exigem reajuste e manutenção de direitos enquanto empresas enfrentam seus maiores déficits. Leia mais
  • Axia Energia (ex-Eletrobras) bonifica acionistas. A companhia irá distribuir R$ 30 bilhões em reservas por bonificação de ações, antecipando-se à nova tributação de dividendos, além de já anunciar dividendos recordes para 2025. Leia mais
  • Nelson Tanure é denunciado por insider trading. O empresário foi acusado pelo MPF de uso de informação privilegiada na Gafisa e defesa pede envio do caso ao STF, com a CVM ainda investigando. Leia mais
  • Polômica ambiental com prédio de luxo em SP. Projeto da Tegra no Alto da Lapa gerou protestos por derrubada de 118 árvores; Justiça paralisou obras e moradores buscam transformar o local em parque público. Leia mais

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Banco Central Sob Fogo Cruzado Após Liquidação do Master

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(Imagem: www.estadao.com.br)

Banco Central é pressionado por órgãos de controle. O TCU exige explicações sobre a liquidação do Banco Master, enquanto entidades do sistema financeiro saem em defesa do BC e suas decisões.

  • Febraban e entidades reforçam confiança no Banco Central: Diante do questionamento do TCU, grandes bancos e instituições financeiras manifestaram apoio à autonomia do BC e destacaram a necessidade de regulação firme e supervisão vigilante para garantir a estabilidade do sistema. link de acesso.
  • Ministro do TCU aponta possível precipitação na intervenção: O ministro Jhonatan de Jesus solicitou esclarecimentos ao BC e questiona se alternativas de mercado foram ignoradas antes da liquidação do banco, fato que levanta dúvidas sobre a celeridade e os critérios do processo. Link de acesso.
  • Investigação e embate jurídico ganham força: Com o caso agora sob sigilo, relatórios da PF indicam fraudes bilionárias no Master, mas defesa e aliados questionam o rito e defendem alternativas supostamente ignoradas pelo BC. Link de acesso.
  • Autonomia do Banco Central volta ao debate em Brasília: Movimentos do TCU e STF para transformar o BC de regulador em investigado acendem alerta sobre a pressão política enfrentada pela instituição. Link de acesso.

A liquidação do Master evidencia o risco de interferência política e pressões institucionais sobre o Banco Central. As reações do mercado reforçam a importância da autonomia regulatória para manter a confiança no sistema financeiro brasileiro. O desenrolar do caso pode impactar a percepção de segurança e estabilidade para investidores e clientes bancários.

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Cassação de Ramagem e tensão entre Câmara e STF marcam o cenário político

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(Imagem: www.poder360.com.br)

Decisões na Câmara geram tensão institucional. A cassação do deputado Alexandre Ramagem, conduzida pela Mesa Diretora da Câmara a pedido do STF, expõe disputas de poder e críticas ao papel do Supremo na política nacional. O episódio coloca em debate a autonomia do Legislativo, interfere em agendas econômicas e impacta o ambiente político de 2026.

  • Ramagem acusa decisão de ser “canetada” sob influência do STF: O ex-deputado Alexandre Ramagem chamou Hugo Motta, presidente da Câmara, de “marionete” após ter seu mandato cassado, afirmando que a medida desrespeitou regras internas e a vontade do plenário, além de ser resultado da pressão do ministro Alexandre de Moraes. Link de acesso.
  • Motta defende que cassação evita desgaste e cita “estresse institucional”: O presidente da Câmara justificou que a cassação sem votação em plenário foi um acordo para evitar novos conflitos com o STF, especialmente após o caso de Carla Zambelli, e mencionou a importância da estabilidade política para prioridades econômicas. Link de acesso.
  • Avanços econômicos e desafios para 2026: Hugo Motta avaliou que, apesar das dificuldades, o Legislativo aprovou pautas relevantes, como a revisão de incentivos fiscais e a tributação de fintechs. Destacou que o “maior desafio” para o próximo ano é trabalhar em conjunto com o Banco Central para reduzir os juros, fundamentais para destravar investimentos no país. Link de acesso.
  • Projeto de dosimetria das penas busca reduzir tensão política: Motta afirmou que a aprovação do projeto de revisão das penas dos eventos de 8 de janeiro, já vetada por Lula, foi uma “decisão política” necessária para descomprimir o país e pacificar o ambiente, destacando diálogo entre Congresso e STF para evitar novos desgastes institucionais. Link de acesso.

A cassação de Ramagem ilustra como conflitos entre Legislativo e Judiciário impactam o andamento de pautas econômicas e a estabilidade política. O Legislativo tenta equilibrar avanços na agenda econômica com a necessidade de respeitar decisões do STF. Esse cenário gera incerteza para os próximos passos do país, com implicações diretas para o mercado, ambiente de negócios e disputas eleitorais em 2026.

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Moraes autoriza cirurgia de Bolsonaro e rejeita prisão domiciliar

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(Imagem: www.poder360.com.br)

Decisão judicial movimenta cenário político. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a realização de cirurgia em Jair Bolsonaro, preso por tentativa de golpe de Estado, mas negou o pedido de prisão domiciliar. O procedimento responde a laudo da Polícia Federal, que aponta necessidade de cirurgia para tratar uma hérnia inguinal bilateral. Link de acesso.

  • Polícia Federal conclui que cirurgia é necessária: Exames confirmaram o quadro de soluços persistentes e piora clínica, levando à recomendação de cirurgia eletiva o mais breve possível, sem urgência emergencial. link de acesso.
  • Moraes reforça cumprimento do regime fechado: O ministro justificou a negativa à prisão domiciliar com base em descumprimentos anteriores de medidas cautelares e alegações de risco de fuga, mantendo a pena em regime fechado. Link de acesso.
  • Defesa tentou reverter decisão no STF: Recurso para levar o caso ao plenário foi rejeitado por Moraes, restando poucas alternativas jurídicas à estratégia dos advogados de Bolsonaro. Link de acesso.
  • Entenda a condição clínica: Laudo médico explica que hérnia inguinal bilateral pode exigir internação de cinco a sete dias, com riscos agravados por sintomas persistentes de soluço. Link de acesso.

A autorização de cirurgia para Bolsonaro reforça a tensão entre decisões judiciais e estratégias de defesa. O processo evidencia como questões médicas podem impactar o cumprimento de penas em casos de alta repercussão. As consequências jurídicas e políticas deste desdobramento são relevantes para o futuro da oposição e o funcionamento das instituições no Brasil.

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EUA intensificam pressão contra regime de Maduro

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(Imagem: www.poder360.com.br)

EUA rejeitam qualquer acordo com Maduro. Washington amplia pressão e sanciona aliados do governo venezuelano, reforçando a postura de não tolerância ao regime liderado por Nicolás Maduro e elevando a tensão no continente.

  • Secretário de Estado Marco Rubio afirma que o governo Maduro é “intolerável”: Os Estados Unidos descartam qualquer tratativa com Caracas e reforçam que a cooperação venezuelana com organizações hostis ameaça a segurança nacional americana. link de acesso.
  • Relação EUA-Brasil mantém trajetória positiva: Diálogos entre Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva avançam, com foco em cooperação comercial e abordagem diplomática para a crise venezuelana. Tarifas são reduzidas e sanções a aliados de Lula, como Alexandre de Moraes, são revogadas. Link de acesso.
  • EUA emitem licença para transações de títulos da PDVSA: Autorização para atividades envolvendo a estatal de petróleo sinaliza que investidores apostam em possíveis cenários de mudança política na Venezuela. Sanções a familiares e aliados de Maduro são intensificadas no mesmo período. link de acesso.
  • Crise na Venezuela trava consenso no Mercosul: Divergências entre Brasil e Argentina sobre a abordagem diante das violações de direitos humanos impedem alinhamento regional. Pressão e presença militar dos EUA complicam a situação diplomática. link de acesso.

A postura inflexível dos EUA em relação ao regime de Maduro eleva a pressão política e se reflete em medidas econômicas concretas, como sanções e bloqueios a aliados do governo venezuelano. O clima de tensão afeta negociadores no Mercosul e leva os mercados a especularem sobre possíveis mudanças na Venezuela. Empresas e investidores devem ficar atentos às próximas movimentações, pois a crise regional impacta diretamente o ambiente de negócios da América Latina.

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Documentos do Caso Epstein Expostos Após Pressão Política

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(Imagem: jovempan.com.br)

Divulgação de arquivos sacode o cenário político. O Departamento de Justiça dos EUA liberou novos documentos da investigação sobre Jeffrey Epstein sob intensa pressão de parlamentares, trazendo à tona conexões de figuras influentes e impactando diretamente o debate eleitoral americano.

  • Documentação revela novas ligações e pressiona a administração Trump: O Departamento de Justiça dos EUA divulgou nesta sexta-feira (19) novos documentos das investigações sobre Jeffrey Epstein, detalhando relações com diversas figuras proeminentes, inclusive políticos e celebridades. A divulgação atende à legislação sancionada após meses de disputa entre Casa Branca, Congresso e base republicana. link de acesso.
  • Departamento apressa liberação após nova lei: O Congresso americano aprovou em novembro lei exigindo a divulgação dos arquivos, obrigando o Departamento de Justiça, ainda sob resistência e preocupação com possíveis erros ou omissões, a tornar públicos inúmeros registros censurados. Link de acesso.
  • Fotos e menções ao Brasil aparecem nos arquivos: Os documentos trazem imagens de Epstein ao lado de personalidades como Michael Jackson e Bill Clinton, além de apontarem interações relacionadas ao Brasil, ainda sob forte censura. Link de acesso.
  • Ações e depoimentos sob escrutínio político: Detalhes dos bastidores políticos ganham destaque, incluindo tentativa do governo Trump de proteger o presidente durante depoimentos de Ghislaine Maxwell e críticas à condução da divulgação, especialmente entre a base republicana. Link de acesso.

A publicação dos arquivos responde a uma demanda por transparência e cobrança política em ano eleitoral nos EUA, afetando a popularidade de Trump e exigindo respostas do governo. A presença de nomes ligados ao cenário internacional reforça a complexidade e a abrangência do caso. O episódio consolida a necessidade de governos atenderem a pressões por clareza nos processos investigativos e evidencia como disputas políticas impactam diretamente temas sensíveis ao mercado e à imagem internacional do país.

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Adiado acordo Mercosul–União Europeia após pressão agrícola europeia

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(Imagem: g1.globo.com)

Acordo é postergado por pressões internas. O adiamento da assinatura do tratado entre os blocos revela resistência especialmente entre produtores rurais da França e Itália, apesar de avanços nas negociações e otimismo brasileiro.

  • Pressão de França e Itália adia assinatura: O acordo de livre comércio, aguardado há quase 25 anos, teve a finalização postergada para janeiro após exigências de salvaguardas para agricultores de países europeus, especialmente França e Itália, contrariando expectativas de conclusão ainda este ano. link de acesso.
  • Setor agrícola protesta e influencia decisão: Agricultores europeus, principalmente franceses, realizaram protestos e pressionaram líderes políticos, reivindicando proteção diante da concorrência de produtos do Mercosul, forçando medidas cautelares no bloco. link de acesso.
  • Diplomacia do Mercosul mantém otimismo, mas foca outros acordos: Mesmo frustrados pelo adiamento, países sul-americanos reafirmam compromisso com o pacto, e entidades defendem avanço em negociações com Canadá e México. link de acesso. link de acesso.
  • União Europeia reage, mercado avalia impactos: Autoridades tentam marcar nova data para assinatura e analistas apontam que o impasse prejudica a credibilidade europeia e expõe dilemas entre competitividade e proteção social no setor agrícola. link de acesso. link de acesso.link de acesso.

O adiamento do acordo UE–Mercosul ressalta o peso das demandas internas europeias e expõe desafios à integração internacional. O Brasil busca consolidar sua posição, enquanto o bloco europeu enfrenta pressão por resultados diante do cenário global. Credibilidade e competitividade estão no centro do debate e impactam a confiança nos próximos passos econômicos.

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