💰 Empréstimo bilionário aos Correios, saída de Haddad e crise na Previdência e mais
Tesouro aprova empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios
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(Imagem: g1.globo.com)
Socorro financeiro dá fôlego à estatal. A autorização do Tesouro Nacional para um empréstimo de R$ 12 bilhões aos Correios é a principal tentativa para conter o déficit e garantir o pagamento de funcionários e fornecedores. Com juros abaixo do teto estabelecido, a operação deve economizar R$ 5 bilhões em encargos financeiros, envolvendo cinco grandes bancos nacionais. link de acesso.
- Lula descarta privatização, mas admite mudanças: O presidente rejeita a venda da empresa, defende eventuais parcerias e até a transformação em empresa de economia mista, mas insiste que não haverá privatização durante seu mandato. link de acesso.
- Aval abre caminho para parcerias e reestruturação: Em meio a prejuízos crescentes, governo e ministério da Fazenda discutem parcerias público-privadas e envolvimento da Caixa para diversificar receitas e enxugar despesas. Link de acesso.
- Opção por modelo de economia mista é considerada: Especialistas apontam desafios legais e de gestão para atrair investidores privados; para dar certo, seria necessário um modelo de negócios mais eficiente e atraente ao mercado. link de acesso.
- Reestruturação envolve cortes e PDV: O plano é reduzir custos com cortes de pessoal, fechamento de agências e novos acordos trabalhistas, buscando eliminar o déficit até 2027 e evitar dependência crônica do Tesouro. link de acesso.
A autorização do empréstimo bilionário foi fundamental para garantir compromissos imediatos, como o pagamento do 13º salário, e dar tempo ao governo para buscar saídas estruturais para os Correios. O cenário reforça a necessidade de gestão mais eficiente e ajustes profundos para evitar rombo ainda maior no futuro. As decisões tomadas nas próximas semanas vão determinar o fôlego do serviço postal brasileiro no mercado nacional.
Haddad confirma saída da Fazenda até fevereiro e abre transição no comando econômico
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(Imagem: g1.globo.com)
Futuro do Ministério da Fazenda em xeque. Fernando Haddad decidiu deixar o Ministério da Fazenda até fevereiro, sinalizando impacto direto sobre a condução das políticas econômicas em ano eleitoral e eventuais mudanças no arcabouço fiscal.
- Haddad prepara saída do ministério para apoiar campanha de Lula e admite ajustes no arcabouço fiscal: O ministro confirmou que deixa o cargo em fevereiro para contribuir na reeleição de Lula e reconheceu possíveis alterações nos parâmetros do arcabouço fiscal, mas descartou ser candidato em 2026. link de acesso.
- Lula defende Haddad como candidato ao governo ou Senado por São Paulo: Mesmo com Haddad negando intenção de concorrer em 2026, o presidente afirmou publicamente que gostaria de vê-lo na disputa, destacando sua importância política e experiência. link de acesso.
- Sucessor mais cotado é Dario Durigan, atual secretário-executivo: Haddad evitou indicar abertamente um substituto, mas destacou a preparação de sua equipe e o protagonismo de Durigan nas discussões fiscais e junto ao governo. link de acesso.
- Sinalizações para o mercado são de continuidade, mas com cautela para eventuais reformas fiscais: Haddad ressaltou que a arquitetura do arcabouço fiscal deve ser mantida, mas admitiu revisão nos limites de crescimento dos gastos, cruciais para o equilíbrio das contas públicas. Link de acesso.
A saída de Haddad do comando da Fazenda representa um momento chave para a agenda econômica do governo. A possível mudança nos parâmetros do arcabouço fiscal requer atenção dos mercados e do setor produtivo. O desfecho da transição será decisivo para a estabilidade das políticas econômicas no ano eleitoral e nas reformas aguardadas pelo país.
Giro de notícias: Lula critica BC, juros em suspense e mais

(Imagem: www.infomoney.com.br)
- Lula reafirma oposição à autonomia do Banco Central. O presidente reiterou que a política de juros deve dialogar com o projeto de crescimento nacional e rejeitou a independência da autoridade monetária, apontando riscos de distanciamento das prioridades econômicas do governo. Leia mais
- Lula diz confiar em Galípolo e prevê queda de juros. O presidente afirmou confiar no comando do BC e disse sentir “cheiro” de redução próxima da Selic, ressaltando benefícios para indústria e combate ao desemprego, mas negou pressão sobre o presidente da autarquia. Leia mais
- Galípolo reforça mistério sobre futuro da Selic. O presidente do BC não sinalizou decisões e afirmou que não há “portas fechadas” para quedas ou manutenção dos juros, mantendo o mercado sob expectativa e reforçando a dependência de dados. Leia mais
- Mercado reage e taxas de juros oscilam forte. Sinais do BC e cenário eleitoral de 2026 provocam alta volatilidade nos DIs, com investidores de olho na possível candidatura de nomes da direita e incerteza sobre corte da Selic em janeiro. Leia mais
- Projeções do BC mostram incerteza inflacionária. Diretor da instituição declarou que há muita incerteza nos dados para 2027, reiterando que o objetivo é manter a inflação ao redor da meta, enquanto o PIB para 2025 foi revisto para cima. Leia mais
- Diretores do BC vão acumular cargos. Por falta de indicações, cargos vagos nas diretorias serão acumulados a partir de janeiro de 2026, enquanto a PEC da autonomia do BC avança respaldada pela AGU e presidente da autarquia. Leia mais
- Galípolo diz que BC colabora com STF sobre Master. O presidente do BC declarou que está disponível para prestar esclarecimentos ao Supremo no caso Banco Master e garantiu que todas as ações da autarquia foram documentadas. Leia mais
Acordo Mercosul-UE é adiado e amplia incertezas econômicas
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(Imagem: g1.globo.com)
Decisão europeia trava expectativas comerciais. O aguardado acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia foi novamente adiado após pressão de países europeus e protestos do setor agrícola. A decisão, anunciada por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, posterga a assinatura para janeiro de 2026, frustrando mercados e governos sul-americanos.
- Acordo sofre oposição de França e Itália: Divergências internas, principalmente por temor de prejuízo aos agricultores europeus, atrasaram o tratado mais uma vez. O adiamento aconteceu após a Itália se juntar à resistência da França, aumentando a pressão política sobre a Comissão Europeialink de acesso.
- Protestos de agricultores intensificam debate: Milhares de manifestantes bloquearam ruas em Bruxelas com tratores e confrontaram a polícia em repúdio ao tratado, citando concorrência de produtos do Mercosul e exigindo salvaguardas para o setor agrícola europeuLink de acesso.
- Braço político busca diálogo para destravar acordo: Lula e o ministro Fernando Haddad conversaram com líderes de França e Itália, que pediram mais tempo para negociar apoio de agricultores, reforçando o peso dos interesses internos na Europa sobre avanços comerciaisLink de acesso.
- Cúpula do Mercosul virou anticlímax: O adiamento frustrou Brasília, que pretendia fechar o ciclo de negociações de 25 anos na cúpula em Foz do Iguaçu. O clima é de cautela e a pauta passa a depender de novos avanços políticos na União EuropeiaLink de acesso.
O impasse na assinatura do acordo reforça a influência do setor agrícola sobre decisões econômicas de impacto global. O futuro comercial do Mercosul depende agora de avanços diplomáticos e de compromissos europeus. O adiamento aumenta a incerteza para exportadores brasileiros e dificulta a previsibilidade de negócios internacionais em 2026.
Lula tenta evitar confronto entre EUA e Venezuela e busca diálogo com Trump

(Imagem: www.infomoney.com.br)
Crise na América Latina pressiona mercados. Lula intensifica esforços diplomáticos para impedir conflito armado entre Estados Unidos e Venezuela, colocando o Brasil no centro das negociações internacionais.
- Lula se oferece como mediador entre EUA e Venezuela: O presidente brasileiro busca prevenir uma guerra fratricida no continente e promete conversar diretamente com Donald Trump antes do Natal, reforçando a disposição do Brasil em atuar como agente pacificador. link de acesso.
- Trump intensifica sanções e ameaça intervenção: O presidente americano reforça bloqueio naval a petroleiros venezuelanos e cogita ataques terrestres para combater cartéis, afetando diretamente o setor energético e aumentando tensões globais. Link de acesso.
- Mercado de petróleo reage a tensões: Preços do petróleo sobem diante do agravamento do impasse entre EUA e Venezuela, refletindo o temor por possíveis interrupções na produção e exportação da commodity. Link de acesso.
- Lula insiste em negociar tarifas com Trump: Paralelamente à crise regional, o presidente brasileiro intensifica contatos quinzenais com Trump para derrubar tarifas de até 50% sobre produtos nacionais, priorizando a abertura comercial e a estabilidade nos negócios. Link de acesso.
A postura ativa do Brasil nas discussões entre EUA e Venezuela reflete a preocupação com os impactos econômicos e geopolíticos para toda a região. O avanço das sanções e a escalada das ameaças aumentam a pressão sobre mercados estratégicos. Qualquer escalada pode trazer consequências diretas para o comércio brasileiro e para os preços globais do petróleo, exigindo decisões ágeis e foco na diplomacia.
Crise energética: pressão para saída da Enel em SP cresce

(Imagem: www.poder360.com.br)
São Paulo pede ação contra a Enel. A Câmara dos Deputados enviou ao Ministério de Minas e Energia uma indicação formal pedindo intervenção no contrato da Enel, após falhas recorrentes e grandes apagões no Estado.
- Deputados cobram intervenção federal contra a Enel: Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, afirmou que a indicação de intervenção visa responder à crise no setor elétrico paulista. O pedido se soma à pressão política para garantir serviços essenciais à população. link de acesso.
- Governo de SP intensifica críticas e prepara ação judicial: O governador Tarcísio de Freitas classificou a gestão da Enel como "insustentável", afirmou que renovar o contrato seria um "deboche" e declarou ter uma ação pronta para ser usada caso a agência reguladora não rompa o acordo. Link de acesso.
- Agência reguladora é pressionada por rapidez: Diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, cobrou avanço no processo administrativo que pode levar à caducidade do contrato da Enel, destacando a gravidade da situação e alinhamento entre governos estadual, municipal e federal. Link de acesso.
- Troca de operadora e proposta de renovação para novo concessionário: Tarcísio sinalizou que o governo federal pode oferecer garantia de renovação do contrato a um novo operador de energia para viabilizar a substituição da Enel, enquanto estuda alternativas como intervenção e transferência de controle. Link de acesso.
A crise da Enel em São Paulo evidencia a urgência de soluções para garantir energia de qualidade à maior cidade do país e preservar a segurança de consumidores e empresas. O alinhamento de diferentes esferas de governo pressiona a regulação por agilidade, e a instabilidade ameaça a imagem do setor elétrico brasileiro. A substituição da concessionária ganha força como caminho para proteger o mercado e os interesses dos paulistas.
Fraude bilionária no INSS atinge núcleo político e expõe crise na Previdência

(Imagem: jovempan.com.br)
Investigação atinge cúpula do governo. A Operação Sem Desconto escancarou o envolvimento de figuras políticas e servidores em um esquema de descontos ilegais em benefícios do INSS, causando impacto direto nas estruturas do governo federal.
- Lula afirma que todos serão investigados, inclusive o filho: O presidente declarou que nada será ocultado e que possíveis envolvimentos familiares não terão proteção, após o nome de Lulinha ser citado em depoimento sobre as fraudes. link de acesso.
- Senador Weverton Rocha apontado como “sustentáculo” do esquema: A Polícia Federal classificou o vice-líder do governo no Senado como liderança política e possível sócio oculto das fraudes, mas o STF negou sua prisão preventiva. Link de acesso.
- Prisão e exoneração de lideranças do Ministério da Previdência: A força-tarefa prendeu o então secretário-executivo da pasta e mirou outros servidores de alto escalão, levando à troca de comando no ministério e reforçando a gravidade do caso. Link de acesso.
- Extensão política revela conexões em diferentes esferas do governo: Ex-assessores ligados ao Ministério das Comunicações e ao Senado foram investigados por facilitar articulações do grupo criminoso, ampliando a crise para além da Previdência. Link de acesso.
A crise do INSS expõe fragilidades no sistema público e revela um esquema que desviou bilhões de reais dos mais vulneráveis. O escândalo levou à queda de ministros, envolvimento de políticos aliados do governo e ampliou a pressão por investigações rigorosas. O caso afronta a confiança dos brasileiros na Previdência e ameaça a estabilidade política do governo.
Câmara cassa mandatos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem em decisão histórica

(Imagem: www.poder360.com.br)
Parlamento sofre impacto político sem precedentes. A cassação dos mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, decidida pela Mesa Diretora da Câmara e respaldada pelo Supremo Tribunal Federal, agita o cenário político brasileiro. O episódio evidencia o ambiente de tensão entre Legislativo e Judiciário, com repercussões diretas na representatividade política e no equilíbrio de poderes.
- Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem têm mandatos cassados: Deputados perdem seus cargos por excesso de faltas e condenação judicial, gerando críticas da oposição e questionamentos sobre a autonomia do Parlamento. link de acesso.
- Oposição reage à cassação na Câmara: Lideranças do PL denunciam esvaziamento do Plenário, defendem soberania parlamentar e falam em perseguição política. Link de acesso.
- Suplentes assumem cadeiras na Câmara: José Olímpio (PL-SP) e Dr. Flávio (PL-RJ) ocupam os postos deixados, mantendo a representatividade do partido na Casa. link de acesso.
- Judiciário amplia pressão sobre o bolsonarismo: STF autoriza entrevista de Jair Bolsonaro, sessões de fisioterapia na prisão e depoimento sobre bens encontrados no Palácio da Alvorada, reforçando interferência judicial em temas de grande repercussão. link de acesso | link de acesso | link de acesso.
A cassação de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem marca uma virada com impacto institucional para o Legislativo. O episódio expõe tensões entre os poderes e acirra o debate sobre o papel do Judiciário no cenário político nacional. As decisões refletem sobre a representação política, fortalecendo a vigilância sobre temas que afetam diretamente o equilíbrio democrático e o ambiente de negócios no país.
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