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⚡ Crise entre Judiciário e Banco Central, falhas nos Correios e mais destaques econômicos

Crise entre Judiciário e Banco Central acirra tensões políticas e econômicas

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(Imagem: oglobo.globo.com)

Moraes nega pressão sobre Banco Central. Os esclarecimentos do ministro Alexandre de Moraes reacendem debates sobre ética e influência no setor financeiro, em meio a denúncias de suposta pressão em favor do Banco Master.

  • Moraes nega envolvimento em aprovação de aquisição do Banco Master pelo BRB: O ministro do STF afirmou que as reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, trataram apenas dos efeitos da Lei Magnitsky. Ele negou qualquer pressão e a atuação do escritório de sua esposa na transação. link de acesso.
  • Inconsistências em agendas e versões oficias alimentam suspeitas: Reportagens apontam que houve alterações em notas oficiais e ausência de registro na agenda de Galípolo sobre os encontros, o que levanta dúvidas sobre a transparência do processo. Link de acesso.
  • Série de telefonemas e contratos milionários expõem conflito de interesses: Informações de ligações frequentes entre Moraes e Galípolo, somadas ao contrato de R$ 129 milhões do escritório de sua esposa com o Master, pressionam por explicações. Link de acesso.
  • Damares Alves pede impeachment de Moraes por suposta advocacia administrativa: A senadora protocolou três representações e cobra investigações sobre o caso, com repercussão direta no Congresso e no mercado. Link de acesso.

O episódio realça a necessidade de transparência e limites institucionais entre Poderes, em especial onde há interesses financeiros de grande porte. O caso impacta a credibilidade das instituições e reforça a ênfase em decisões técnicas no setor público, sob pressão política. Para o ambiente econômico, ações e investigações em curso serão decisivas para restaurar confiança entre o mercado e o Estado.

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CGU expõe falhas contábeis nos Correios e risco maior de prejuízo bilionário

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(Imagem: oglobo.globo.com)

Crise dos Correios pode piorar ainda mais. A Controladoria-Geral da União identificou sérias fragilidades nos controles internos dos Correios e recomendou ajustes no balanço, podendo elevar o rombo em até R$ 1 bilhão em 2023. O órgão apontou práticas contábeis irregulares na gestão de processos trabalhistas, evidenciação insuficiente de riscos e sistemas obsoletos que comprometem a transparência das demonstrações financeiras. O problema agrava uma situação que já é a pior crise financeira da estatal, com prejuízo acumulado de cerca de R$ 6 bilhões até setembro do último ano. link de acesso.

  • Banco Mercantil fecha acordo histórico de R$ 1 bilhão com a Fazenda: O banco encerrou disputas tributárias de R$ 2,5 bilhões, fará um aumento de capital de até R$ 500 milhões e fortalece sua posição junto ao Banco Central e investidores. link de acesso.
  • Braskem pode mudar de controle com acordo de R$ 20 bilhões: IG4 submeteu ao Cade proposta para comprar participação da Novonor. A movimentação pode reconfigurar o setor petroquímico e tem participação direta da Petrobras. link de acesso.
  • Governo libera R$ 7,8 bilhões do FGTS para milhões de trabalhadores: Medida provisória permite saque para quem aderiu ao saque-aniversário e foi demitido desde 2020, atingindo 14,1 milhões de pessoas. link de acesso.
  • Plano para fundo de imóveis da União avança: Governo prepara fundo imobiliário para gerar receitas, evitar ociosidade e enxugar gastos estatais com imóveis em desuso. link de acesso.

A crise dos Correios mostra como falhas de gestão impactam diretamente as finanças públicas e o ambiente de negócios. Esse quadro ressalta a necessidade de maior profissionalismo e controle técnico na administração estatal. As recentes movimentações no setor privado, como os acordos do Banco Mercantil e da Braskem, demonstram que o mercado busca previsibilidade e transparência, pontos em falta no setor público.

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Mills anuncia dividendo extraordinário e aquece mercado

Mills (MILS3) libera R$ 150 milhões em dividendos. Pagamento extraordinário impulsiona ações e reflete confiança na estabilidade do setor, em sintonia com demais movimentações relevantes do dia.

  • Suzano reajusta preços da celulose para três regiões: Novos aumentos de preços para Ásia, Europa e América do Norte animam investidores e mostram recuperação dos mercados de commodities. link de acesso.
  • Copasa (CSMG3) avança com melhorias regulatórias: Banco Citi vê potencial de valorização após revisão tarifária e anúncio de R$ 21 bilhões em investimentos. link de acesso.
  • Mercado acompanha inflação e IPCA-15 controla expectativas: Dados em linha reduziram pessimismo e abriram espaço para maior apetite ao risco na bolsa; cenário de juros segue incerto. link de acesso.
  • B3 (B3SA3) aprova JCP extraordinário de R$ 1,9 bilhão: Conselho da bolsa revisa política de distribuição e amplifica repasse para acionistas. link de acesso.

O anúncio da Mills intensificou a atenção para empresas brasileiras focadas na distribuição de lucros, num ambiente de cautela regulatória e política. Dados econômicos estáveis mantêm o mercado em ritmo positivo, enquanto ações como as da B3 e Suzano indicam setores aquecidos e perspectivas otimistas para investidores em 2026. A confiança nas empresas e a solidez do ambiente local são sinais positivos para o mercado em meio ao cenário global volátil.

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Giro de notícias: Wall St projeta recorde de emissões, inflação sob controle, greve de aeronautas e mais

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(Imagem: www.bloomberglinea.com.br)

  • Wall St espera recorde de emissões em 2026. As gigantes americanas e europeias devem vender mais de US$ 2 trilhões em títulos de alta qualidade, impulsionadas por projetos de Inteligência Artificial, refinanciamentos e aquisições; previsão indica maior ciclo de investimentos em anos. Leia mais
  • Inflação no Brasil fecha 2025 dentro da meta. Alívio nos alimentos, produção agrícola robusta e câmbio favorável puxaram o IPCA-15 para 4,41%, o melhor resultado desde o início do governo Lula; serviços ainda pressionam o índice. Leia mais.
  • Prévia da inflação mostra desaceleração, mas serviços seguem altos. Persistência nos preços de serviços dificulta corte imediato da Selic, apesar de alta anual do IPCA-15 ficar abaixo do teto. Leia mais.
  • Aeronautas ameaçam greve após rejeição de acordo. Pilotos e comissários das companhias Azul e Gol entraram em estado de greve e decidem em assembleia na próxima semana se paralisarão voos; principais reivindicações são recomposição salarial e benefícios. Link de acesso.
  • Trabalhadores dos Correios do Rio rejeitam acordo salarial. Funcionários seguem em greve após recusarem proposta mediada pelo TST, que previa reajuste apenas para 2026 e corte de benefícios; estatal enfrenta prejuízo bilionário. Link de acesso.
  • ETFs batem recordes históricos nos EUA. Captação, lançamentos e volume de negociação de ETFs atingem novos patamares, com forte atratividade de fundos ligados a índices e apostas arriscadas ainda crescendo. Link de acesso.
  • Economia dos EUA cresce, mas famílias sentem pressão. Apesar do PIB robusto e do consumo forte, americanos sentem efeitos de inflação, tarifas, custos elevados e incerteza; análise aponta desigualdade no impacto e dependência de cortes de impostos para 2026. Link de acesso.

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Conta de luz deve aliviar bolso do brasileiro em janeiro

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(Imagem: jovempan.com.br)

Aneel anuncia bandeira verde na energia. Com aumento dos reservatórios, consumidores não terão cobrança extra nas contas de luz em janeiro, sinalizando um início de ano com custos menores para famílias e empresas.

  • Aneel define tarifa verde para janeiro: Volume de chuvas em novembro e dezembro elevou o nível dos reservatórios, afastando a necessidade de acionar termelétricas e evitando custos adicionais. link de acesso.
  • Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) terá novo teto em 2026: Aneel ajustou o valor máximo horário do PLD para R$ 1.611,04/MWh no próximo ano, impactando diretamente a gestão do setor e os custos energéticos do país. link de acesso.
  • Consumo energético cresce globalmente com avanço dos centros de dados: Nos EUA, demanda de data centers incentiva manutenção de usinas movidas a combustíveis fósseis, elevando poluição e preço da eletricidade local. link de acesso.
  • Setor elétrico brasileiro mantém estabilidade: Com o sistema de bandeiras tarifárias desde 2015, as variações de custos são repassadas ao consumidor mês a mês, garantindo transparência e estimulando o uso consciente da energia. link de acesso.

O anúncio da bandeira verde confirma um alívio para o orçamento de famílias e empresas, promovendo previsibilidade e estabilidade ao mercado. A decisão da Aneel reflete boa gestão dos recursos hídricos mesmo com chuvas abaixo da média, e evidencia o desafio global de equilibrar consumo crescente e sustentabilidade. O contexto reforça a importância de continuar buscando soluções energéticas eficientes para garantir competitividade e qualidade de vida.

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Transição gradativa da reforma tributária: Receita concede 3 meses de adaptação sem penalidades

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(Imagem: www.infomoney.com.br)

Período educativo facilita implementação fiscal. Receita Federal e Comitê Gestor anunciaram que os contribuintes terão três meses para se adaptar às novas regras da CBS e IBS sem sofrer punições. A medida visa dar segurança jurídica e suavizar a transição para o novo sistema tributário, marcado para entrar em vigor em 2026.

  • Período de adaptação isenta de penalidades: Empresas e microempreendedores não serão penalizados por deixar de declarar CBS e IBS nas notas fiscais durante os três primeiros meses após publicação dos regulamentos dos novos tributos. link de acesso.
  • Nova plataforma tecnológica será implementada: O governo testa sistema que centraliza operações de cobrança para os impostos, viabilizando o processo de transição e futuras integrações no sistema tributário nacional. Link de acesso.
  • Punições só após período educativo: Apenas após o quarto mês as multas pela falta de declaração de CBS ou IBS passarão a ser aplicadas, garantindo tempo de ajuste para as empresas. Link de acesso.
  • Comitê gestor terá papel central: O órgão será responsável pelos trâmites e disputas do novo IBS e vai movimentar cerca de R$ 1 trilhão ao ano, fortalecendo o controle fiscal e a autonomia administrativa. Link de acesso.

A decisão proporciona previsibilidade para o setor produtivo, evitando prejuízos durante a transição da reforma tributária. Empresas terão tempo para ajustar processos fiscais e sistemas em um ambiente de segurança jurídica. O mercado aguarda a regulamentação final para pleno funcionamento do novo modelo em 2026.

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Venezuela aprova lei para proteger navios em clima de confronto com EUA

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(Imagem: www1.folha.uol.com.br)

Tensão cresce entre Caracas e Washington. O governo de Nicolás Maduro aprovou uma nova lei que impõe penas de prisão de até 20 anos para quem apoiar bloqueios e ações classificadas como pirataria internacional contra navios venezuelanos. A medida surge após recentes apreensões de petroleiros por forças americanas, ampliando a crise econômica e diplomática no Caribe. link de acesso.

  • ONU discute bloqueio naval dos EUA: Brasil defende fim imediato das ações americanas e propõe diálogo; China e Rússia criticam severamente a postura de Washington. link de acesso.
  • Venezuela acusa EUA de extorsão em reuniões internacionais: Diplomacia venezuelana condena bloqueio de navios e recebe apoio diplomático russo e chinês nas Nações Unidas. Link de acesso.
  • Trump intensifica pressão e é alvo de protestos: Americanos reforçam bloqueio e Trump é chamado de "maior pirata do Caribe" por manifestantes em Caracas, enquanto EUA justificam ações como combate ao narcotráfico. link de acesso.
  • Brasil reforça fronteira com blindados: Exército envia novos veículos armados a Roraima após escalada das tensões regionais e fortalecimento militar americano no Caribe. Link de acesso.

A aprovação da lei venezuelana contra bloqueios reflete a crescente hostilidade com os Estados Unidos, que aumenta a pressão econômica e militar na região. O tema dominou debates internacionais, recebeu críticas contundentes de potências como China e Rússia e influenciou decisões como o reforço militar brasileiro. O cenário permanece volátil para mercados e política regional.

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Boicote à Havaianas agita mercado e política

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(Imagem: www.infomoney.com.br)

Reação a campanha publicitária movimenta o país. O boicote convocado por políticos de direita após a campanha da Havaianas, estrelada por Fernanda Torres, mexeu com o mercado financeiro e acirrou debates políticos sobre o papel das marcas no cenário nacional.

  • Ações da Alpargatas (Havaianas) reagem após boicote: Após campanha ser alvo de críticas e queda nas ações, papéis da Alpargatas recuperaram as perdas, fechando em alta na Bolsa, evidenciando o impacto momentâneo do protesto sobre a empresa. link de acesso.
  • Tarcísio de Freitas ironiza a polêmica e fortalece discurso conservador: O governador de São Paulo usou referência ao “pé direito” durante inauguração do Rodoanel, em resposta ao comercial da Havaianas, reforçando a mobilização no campo político. Link de acesso.
  • Lojas reagem com promoções e reforço ao boicote: Em Santa Catarina, par de Havaianas foi vendido a R$ 1 como protesto, enquanto grandes redes como a Havan anunciaram o cancelamento de pedidos, intensificando a pressão sobre a marca. Link de acesso.
  • Boicote amplia disputa de mercado entre marcas: Influenciadores e consumidores migraram para concorrentes, como foi o caso da filha de Ciro Nogueira, que endossou os chinelos Ipanema em postagem nas redes. Link de acesso.

A tensão entre marketing corporativo e pautas políticas influenciou não apenas o mercado de ações, mas também o comportamento de consumidores e redes varejistas. O episódio evidencia como mobilizações nas redes sociais podem provocar volatilidade econômica e disputas comerciais. Empresas e políticos devem se preparar para reações rápidas do mercado e do público diante de posicionamentos ou campanhas consideradas polêmicas.

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